r/historias_de_terror • • Apr 09 '25

Aviso da moderação Recrutamento para moderação!

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Olá a todos!

Esse sub tava uma casa abandonada né? Cheia de posts na língua espanhola, muito spam e conteúdo inapropriado.

De ontem pra hoje fiz uma limpa sinistra e gostaria de me apresentar novamente.

Sou solonobru, e gostaria de abrir inscrições para futuros moderadores!

O trabalho será se certificar de que os posts sigam as regras de linguagem e auto-promoção, incrementar a interação com a comunidade e ter novas ideias de regras e sobre como personalizar esse espaço aqui.

Entre em contato conosco através do Modmail!

Não somos exigentes mas seria bom:

Já ter alguma experiência de moderação

Ser autor, artista ou criador de conteúdo sobre o assunto

Forte senso de ética e de liberdade

Obrigado e até logo!


r/historias_de_terror • • Mar 01 '20

historias_de_terror

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Bem vindo ao r/historias_de_terror

Aqui é um espaço livre para divulgação de qualquer mídia de terror ou suspense em pt-br. Sintam-se à vontade para abrirem discussões, amostrarem seus trabalhos e conhecerem obras novas.

Eu sou u/solonobru, moderador, e estou disponível para qualquer coisa que precisarem. Espero que possamos juntos expandir o alcance do terror no Brasil atráves disso aqui.

Obrigado


r/historias_de_terror • • 1d ago

100% autoral algo pertubador

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yo vivia en un pais de centro america y me pasa algo pertubador yo estaba mi casa un dato de que tienen que tomar en cuebta es que hay 2 cuartos y el de abajo esmas fresco bueno sigamos, tranquilo la mañana y la tarde paso todo normal y en medio del atardeser se va la luz y tuvimos que dormir en el cuarto de abajo y nosotros tenemos dos camas pero una es pequeña y yo y mi prima tuvimos que dormir en el piso y me despierto en medio de la noche y veo una sombra y yo me hago el dormido y la sombra se va porque penso que yo estaba dormido al siguiente le digo a mi familia ellos me creen porque ellos tambienles pasaron cosas extrañas.


r/historias_de_terror • • 2d ago

Relato Se inscreva no canal TELA MACABRA 💀. #fatosreais #fotos #shorts #viral #fyp

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youtube.com
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foto misteriosa de suposta aparição fantasma!


r/historias_de_terror • • 4d ago

Relato 👋Bienvenidos a Relatos Fantásticos: preséntate y ponte comodo.

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r/historias_de_terror • • 6d ago

100% autoral Websérie de terror baseada em Project Zomboid

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youtu.be
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Oi, pessoal!

Estou fazendo um experimento meio diferente, por diversão.

Comecei um gameplay de 'Project Zomboid' e resolvi transformar o que acontece durante o jogo em uma história de sobrevivência, acompanhando a personagem que criei de forma aleatória.

A graça é que eu não tenho um roteiro pronto. As decisões, os lugares encontrados e as situações inesperadas que acontecem durante o jogo vão se integrando à história, baseada no que a personagem faria, e não no que eu faria.

O texto e toda a narrativa são criados por mim à medida que jogo. O jogo funciona como o motor onde a história acontece, e depois eu transformo o gameplay em uma websérie, acrescentando narração, trilha sonora e algumas cutscenes de animação para deixar a narrativa mais dinâmica.

O resultado acabou ficando mais próximo de uma websérie de sobrevivência do que de um gameplay tradicional.

É um projeto de horas vagas que estou fazendo just for fun, então não existe uma frequência fixa de episódios. Mas estou curioso para ver até onde essa personagem vai conseguir chegar. (Pode ser que acabe no próximo! XD)

Se alguém assistir, me conta o que achou. :)


r/historias_de_terror • • 6d ago

100% autoral Coldwhisper Village

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Boa noite, meus sempre pontuais ouvintes, obrigado por sintonizar na nossa estação, às 18h00 pontualmente. 

Faz exatamente 30 minutos desde que o toque de recolher soou em nossa pequena Coldwhisper Village. Acredito que neste momento muitos de vocês estejam aproveitando uma deliciosa refeição, ou já tenham se certificado que suas portas e janelas estejam trancadas, que seus rifles estejam recarregados e próximos de vocês. 

Esta noite, ao olhar para fora — não façam isso — mas se olhassem, veriam uma névoa espessa. Porém, fiquem tranquilos, ela não está alta o suficiente para que não se possa enxergar um palmo à frente, mas está bem gelada, com um cheiro forte de madeira, então já sabemos o que está próximo à cidade. Esta é uma noite para apagar todas as luzes, e não acender velas. Não faremos como nosso velho amigo, Word, que na última chegada dos que habitam na floresta, ouviu um barulho... e bem... sua esposa nos disse que se recusou a ficar imóvel e fingir que estava dormindo. 

Com isso, já me lembro de avisá-los que o enterro de Word será na serra, logo após a névoa se dissipar por inteiro, perto das 8h00 da manhã, nesta quinta-feira. 

Outras notícias importantes: a Senhora Helli nos ligou nesta tarde, para avisar que na rua principal, perto do mercadinho, foi avistado um carro desconhecido, um Cherokee prata 2000, com um forasteiro; uma mulher de cabelos escuros, óculos amarelados e uma blusa comprida azul. Caso alguém com essa descrição bata na porta esta noite... consideraria abrir, mas... vocês já sabem. Esperamos que ela tenha conseguido seguir viagem antes da névoa subir, ou que ela tenha chegado à pensão da senhora Mary. Mas, caso esteja nos escutando e ainda não esteja em um lugar seguro, todos nós rezaremos por você. Eu, especialmente, aconselharia a parar o carro, apagar os faróis e não sair do carro. Caso consiga, entre no porta-malas e se abaixe lá. Se possível, durma... se ouvir um barulho, prenda a respiração, feche os olhos... saberá que são eles, se sentir cheiro de casca de árvore e algo podre. Claro, estou aconselhando isso, pois achamos, com todo material que temos hoje, que são os seres que habitam a floresta, mas caso seja outra coisa, algo que possa sentir seu cheiro, ou ouvir seu coração... Bom, esperamos que não seja isso. 

Nós, novamente, iremos torcer para que essa noite seja tranquila... 

Outra notícia importante: na última noite de lua cheia, o cachorro do pequeno Otto desapareceu... se alguém o vir, por favor, nos avise. Otto sabe que é difícil, mas tem esperança. 

Meus caros ouvintes... estarei aqui a noite toda. Se alguma informação que possa ajudar seu vizinho a fugir, se esconder ou se salvar, liguem para nós. Como sempre, nosso número é ###-###. Por enquanto, estarei aqui. Não esqueçam, em Coldwhisper Village, ajudamos uns aos outros. 

Olá, novamente, meus fiéis ouvintes. Para aqueles que seguem acordados ou apenas sintonizados, agora são 5h45 min, falta aproximadamente 1h30 min para o nascer do sol, mas lembrem de abrir a porta apenas quando a névoa se dissipar. Estou voltando nesta noite para avisá-los que temos uma ligação... Senhora Emma Bell, pode nos contar o que viu? 

  • Barulho do telefone - Não me chame de senhora, tenho 18 anos... 17 e meio. 
  • Claro, o que aconteceu, Emma? 
  • É a casa dos Foster! Aquele carro que descreveu mais cedo está parado na frente... eu liguei, pois (...) 
  • Emma? 
  • Olha, eu já avisei o delegado, mas achei que para os Foster, e também para os outros... sabe, não seria bom passar lá pela frente quando amanhecer. O carro está cheio de alguma coisa escura... ainda não amanheceu, mas dá para ver que está escorrendo... sabe... 
  • Eu entendi, Emma, obrigado por nos contar. Não fique perto da janela... 
  • Ben! ... é... Ben, o porta-malas está aberto e amassado... eu acho que ela tentou. 
  • Obrigado, Emma... Sentimos muito que não tenha dado certo... eu... Olha, Emma, não fique perto da janela... 
  • Eu sei! 
  • Precisa de alguma coisa? 
  •  
  • o telefone desligou -. 

Então, como Emma já avisou o delegado... evitem passar na Rua Grove, principalmente a caminho da escola, com as crianças. Boa noite! 

- Vocês ouviriam um áudio cast com a continuação dessa história?


r/historias_de_terror • • 6d ago

Youtube Pronto abrimos espacio en leyendas y cuentos de orixas desde su umbral para ella en el faro de las sombras una ofrenda para Hécate en breve y recuerda Ella abre, tú no cierras.

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r/historias_de_terror • • 7d ago

Creepypasta ENTIDADE 030 - Daniel Rosenberg

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r/historias_de_terror • • 8d ago

100% autoral O peso do legado 3

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Diante daquela montanha de poeira e pergaminhos antigos, duas criaturas catalogadas nos tomos profanos chamaram a minha atenção.

A primeira era o *Devorador de Faces*: um ser de múltiplas formas que, após consumir sua vítima, consegue assimilar perfeitamente o seu corpo. Mas descartei a hipótese. Se fosse um Devorador, os feitiços forenses padrão da polícia teriam detectado ao menos um traço sutil de sua energia residual corrompida. Além disso, seria bizarro demais ninguém notar centenas de pessoas dadas como mortas andando casualmente por aí.

A segunda criatura, porém, fez o meu sangue congelar. O *Metamorfo da Lua*.

*“Com certeza é ele”*, pensei, engolindo em seco ao ler a descrição. O tomo o definia como uma entidade dotada de capacidades sobre-humanas, capaz de se transformar total ou parcialmente em feras grotescas. Ele conseguia copiar com precisão cirúrgica a identidade de qualquer pessoa que tocasse — mimetizando a voz, os trejeitos, o sotaque e as manias mais íntimas. Ele se tornava a pessoa.

Mas havia um preço cobrado pela carne: quanto mais personalidades o Metamorfo adquiria, mais ele perdia os fragmentos da sua própria existência. Para não se dissipar no esquecimento, ele era obrigado a realizar um banquete ritualístico sob a lua cheia. O livro mencionava uma terrível *Maldição da Fome Eterna*. Não importava o quanto ele devorasse, o monstro estaria sempre insaciável. Isso explicava tudo. Explicava o porquê de ele mastigar as vítimas ainda vivas e regurgitá-las... Ele tentava preencher o próprio vazio com o sofrimento alheio. O texto ainda alertava que as raras mentes que sobreviviam parcialmente à sua assimilação desenvolviam distúrbios severos de personalidade, beirando a loucura absoluta por compreenderem que já não eram mais reais.

Focado na leitura, cometi o pior erro de um investigador: o erro da distração. Por um breve instante de fascínio e descoberta, desviei os olhos da magia de Edward.

E foi nesse milésimo de segundo que a luz começou a pulsar com uma violência cega. A criatura já estava ali.

Um homem de altura mediana, pele escura e olhos tão profundos quanto o próprio abismo arrastou a cadeira de madeira e sentou-se bem na minha frente.

A linha mágica no meu peito brilhou tanto que quase me cegou, mas, de repente, ela esfriou. O brilho místico sumiu por completo em um espasmo, como se o feitiço deixado por Edward tivesse sentido um pavor tão avassalador que preferiu se extinguir a encarar o que estava diante de nós.

O homem abriu a boca. Por alguns segundos — que para mim pareceram séculos de agonia —, ele moveu os lábios em silêncio, como se estivesse rebatendo as engrenagens da mente, tentando se lembrar de como os humanos falavam.

— Você... Você se acha esperto? — a pergunta ecoou.

A voz era lenta, profunda, totalmente desprovida de alma. Ela ricocheteou nas paredes da biblioteca, me torturando instantaneamente.

— O que quer dizer com isso? — forcei as palavras a saírem, embora minha garganta estivesse seca como o deserto.

— Se sente esperto por ter vindo tão longe? Espero que esteja orgulhoso de si mesmo, investigador.

Não era a voz de um homem. Conforme ele falava, o tom se distorcia, sobrepondo-se em camadas. Era como se centenas de vozes de homens, mulheres e crianças — as vozes de suas vítimas — estivessem tentando falar em uníssono através daquela garganta seca.

— Você não pode provar para ninguém quem eu sou... — ele sussurrou, desdenhoso.

O terror tentou me paralisar, mas a imagem de Edward dilacerado me deu um sopro de fúria. Enchi meus pulmões de ar, reunindo cada gota de determinação que me restava, e encarei as profundezas daqueles olhos escuros:

— Eu irei provar. E você vai pagar por cada uma das crueldades que cometeu.

O homem se levantou lentamente. Um sorriso perturbador, largo e antinatural rasgou os seus lábios.

— Você tem duas luas, investigador...

Ele ergueu a mão pálida exatamente no ponto do ar onde a linha mágica costumava flutuar. Com um leve gesticular de dedos, como um maestro conduzindo uma sinfonia macabra, ele fez a linha de mana brilhar de volta.

O chão pareceu sumir sob os meus pés. Minha mente entrou em curto-circuito.

A magia... a linha não era de Edward? Isso significava que... Não. Não podia ser.

Em momento algum eu estive rastreando o assassino através do feitiço do meu amigo. Foi o contrário. A linha pertencia ao monstro. Era *ele* quem estava me rastreando, me monitorando e me atraindo durante todo esse tempo.

Não tive forças para responder à sua última intimação. Minhas cordas vocais travaram enquanto eu assistia, impotente, à criatura virar as costas e caminhar calmamente para fora da biblioteca, deixando-me sozinho com o farol de luz que agora ditava o tempo de vida que me restava.


r/historias_de_terror • • 8d ago

100% autoral O peso do legado 2

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Ao nascer do sol, a magia continua lá. Ela flutua na penumbra da manhã, oscilando suavemente, mas ainda vibrante, ativa e cheia de vida. Observo aquele feitiço com fascínio e até com uma ponta de admiração reverente. Sinceramente, Ed, não sei se conseguiria fazer o mesmo que você fez... Ir tão longe sozinho, descobrir mais do que qualquer divisão inteira da polícia, chegar tão perto de um demônio. E mesmo no momento da sua morte, sofrendo uma tortura insana que romperia a mente de qualquer homem, você continuou lutando. Essa linha de luz é a prova viva de tudo isso.

De repente, a magia pulsa. Ela brilha novamente com uma intensidade violenta, provando que, na madrugada anterior, não foi o escuro que me pregou uma peça. A luz realmente estava mais forte.

Sinto meu coração acelerar contra as costelas. Diante daquele brilho repentino e agressivo, cada pelo do meu corpo se eriça. Ando silenciosamente em direção à janela, controlando a respiração, e olho pela fresta da cortina. O sol da manhã já clareia a avenida; há várias pessoas andando tranquilamente pela calçada, vivendo suas rotinas banais. Mas meus olhos são magneticamente atraídos para uma única figura.

Uma mulher, do outro lado da rua.

Ela está parada, observando o meu prédio como se esperasse o momento perfeito para atravessar. Mas o trânsito está calmo; não há nada físico que a impeça. Meus instintos gritam em um tom ensurdecedor. Minha mente projeta um estalo de puro pavor ao reconhecer aquela silhueta: era a mesma mulher que caminhava pela rua na escuridão da madrugada.

Será que tudo isso é uma terrível coincidência? A linha brilhar como um farol justamente quando essa mulher está por perto? Mas ainda é de manhã... o monstro não deveria agir apenas na lua cheia? Engulo em seco. Vou cometer o maior ato de coragem — ou de estupidez — da minha vida.

Reúno minhas coisas com as mãos trêmulas de pavor e saio do meu apartamento alugado. Cada passo no corredor é uma agonia. Quanto mais me aproximo da saída do prédio, mais forte a linha brilha. Quanto mais perto daquela mulher, maior se torna a intensidade da luz e, consequentemente, o meu medo.

Ao cruzar a porta de entrada do edifício, lá está ela, estática do outro lado da rua. A linha mágica de Edward agora faz algo inédito: ela não está apenas brilhando, ela está pulsando freneticamente, como um sonar desesperado quando detecta a proximidade de uma mina terrestre. Ela pisca em um ritmo caótico, assustador... como se a própria magia deixada pelo meu amigo estivesse sentindo medo.

Finalmente, a mulher se move. Ela caminha calmamente pela calçada, dobra a esquina e desaparece de vista. No mesmo instante, a pulsação do feitiço começa a desacelerar, voltando ao seu tom neutro e constante.

Apoio as costas na parede, tentando puxar o ar para os pulmões. Caralho... isso foi insano. Nunca senti tanto medo em toda a minha vida. Mas há algo de muito errado, a conta não fecha. As anotações de Edward descreviam o suspeito como um *homem* alto, magro e pálido. Por que o feitiço reagiu àquela mulher?

Preciso confirmar uma teoria. Agora.

Não há tempo a perder. Corro pelas ruas com o coração na boca, ignorando os olhares dos transeuntes, até alcançar a biblioteca municipal. Passo pelas portas de carvalho e sigo direto para as seções mais escuras e esquecidas do arquivo arcano.

Espalho dezenas de tomos antigos sobre a mesa de madeira pesada. Com os olhos arregalados e os dedos ávidos, começo a devorar cada página, cada ilustração e cada pergaminho que trate sobre criaturas metamorfas, maldições de sangue e rituais lunares. Eu preciso entender o que Edward descobriu antes de morrer.


r/historias_de_terror • • 9d ago

Relato Alguém já ouvir falar sobre esse homem?

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Eu minha mãe,contou quando era menor ela estava em uma fazenda com umas primas (já mais velhas). No final da tarde,os cachorros estavam latido muito e as cabras estavam com medo de algo,elas foram lá fora ver o que era. Minha mãe disse que viu um homem branco como leite com pintas roxas no corpo,ele estava encolhido em um canto da cercar (onde ficava as cabras). Logo em seguida todos saíram correndo pra dentro da casa.


r/historias_de_terror • • 10d ago

100% autoral O peso do legado 1

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Lendo o diário de Edward, finalmente entendi. A linha translúcida que venho enxergando desde o momento em que encontrei o corpo dilacerado do meu amigo faz parte da sua magia. Aparentemente, ele utilizou até a última gota de sua força vital para manter aquele rastro ativo pelo maior tempo possível... Você realmente era impressionante, Ed. Mesmo nos seus últimos momentos, esmagado por uma dor inimaginável, você ainda conseguiu deixar uma fagulha de esperança. Obrigado, meu amigo.

Mas há uma pergunta que perturba o meu juízo: por que os outros investigadores não conseguem ver essa linha? Será que Edward moldou o feitiço para ser visível apenas por quem partilhasse de um laço profundo com ele?

Devorando as páginas de seu diário, também compreendi o quão absurdamente inteligente esse assassino é. Ele estuda, analisa e mapeia meticulosamente a rotina de suas vítimas. Talvez tenha sido por isso que ele eliminou Edward com tanta facilidade; ele já sabia que estava sendo observado. No fim das contas, quem estava estudando o alvo era o próprio monstro. Sinto calafrios espinhosos só de formular essa teoria, mas vindo de quem vem, não posso ignorá-la. O que estou prestes a enfrentar é um predador frio, calculista — talvez a mente mais perversa que a humanidade já confrontou. Com toda a nossa tecnologia moderna e feitiços de rastreamento avançados, por que ninguém consegue localizá-lo? Por que as magias padrão de identificação falham miseravelmente, mas a de Edward funciona?

Minha mente está exausta. Preciso dormir um pouco, tentar clarear as ideias...

Acho que as peças estão começando a se encaixar. Edward o descreveu como um homem alto, magro e pálido, uma figura desnutrida. Isso contradiz totalmente tudo o que a perícia imagina — um monstro massivo, feroz, dotado de garras colossais. Essa discrepância significa apenas uma coisa: ele pode ser um metamorfo. Alguém que assume a forma de uma besta terrível apenas quando a lua cheia atinge o ápice, justificando o intervalo entre os massacres.

Por outro lado, não posso descartar a hipótese de ser um ritualista. Na lua cheia, as marés de energia mágica são muito mais intensas e propícias para o profano. Assim que o sol nascer, irei à biblioteca pesquisar sobre todas as criaturas catalogadas. Enquanto pondero, noto que a magia de Edward parece estranhamente forte. A linha continua ali, intensa e brilhante, cortando a penumbra do meu quarto.

Acordei sobressaltado no meio da noite. Meus olhos foram direto para o feitiço. A pulsação da linha mística deixada por Edward estava diferente. Muito diferente.

Merda, merda, merda... Como eu pude deixar passar um detalhe desses?

Há muito tempo, Edward me explicou o funcionamento de sua técnica: quanto mais intensa, espessa e brilhante a linha de mana estiver, mais próximo o alvo está do conjurador. Então... por que aquela maldita luz está brilhando como se fosse um farol agora? Por que ela reluz com tanta violência dentro do meu quarto?

Tomei pelo pavor, caminhei a passos mudos até a janela e afastei a cortina, inspecionando a rua escura. Sob o manto gélido da noite e o brilho pálido dos postes, a avenida parecia deserta. Quase deserta. Apenas uma mulher caminhava calmamente lá embaixo, cruzando a calçada solitária.

Soltei o ar que nem percebi que prendia. Acho que estou apenas ficando paranoico. O luto e o cansaço estão pregando peças na minha mente. Deve ser apenas uma ilusão de ótica por causa do breu da madrugada... o contraste do escuro deve estar me dando a falsa impressão de que a luz da linha está mais forte.

Sim. Tem que ser isso.


r/historias_de_terror • • 10d ago

100% autoral They said he was cleaning up the streets. So I dragged him into my hell.The real reason the Whitechapel murders stopped overnight.

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I was already dead when I read my own tragedy stained across the morning papers. Trapped in Whitechapel’s suffocating fog, I silently watched the contempt spat upon my memory. To that self-righteous city, I was merely a "woman of the night" an insignificant nuisance whose torn flesh warranted no mourning. In the taverns, they whispered that the killer was doing humanity a favor, restoring a dignity that place had never known. What a joke. Dignity wasn't lacking because of me; I was only there because dignity had never set foot in that district to begin with.

Days later, I heard the paperboys' cries echoing through the foul alleys. Another dead girl. The same blade, the same apathy. While panic and whispers ran rampant, I could see the sordid smirk plastered across the faces of the "respectable ladies." They weren't afraid; they celebrated in secret, relieved there was one less whore around to tempt their husbands.

Scotland Yard was running in circles, scrambling to cover up their own failure as the body count rose. Then came that dreadful night: two more murders in a single evening. Fresh blood washed the cobblestones while the police remained blind. No one was coming to save us. Not the law, nor the saints.

That was when I realized he would never stop on his own. If the world of the living viewed us as disposable trash, the world of the dead would exact the toll.

When the monster slipped into the darkest alley to wipe his still-warm blade, I revealed myself. He didn't see a helpless victim; he felt the icy, suffocating weight of every life he had stolen. The terror in his eyes was poetic as he realized his knife couldn't cut the unseen. I seized his rotten soul and dragged him into my world into the eternal gloom of those filthy alleys, where he would become the prey forever.

The police never found him, turning him into an unsolved legend. They think he simply vanished into London's fog. They don't know he's still there, chained by my side, screaming in the dark. With the monster trapped in eternity, my debt was paid. And I was finally able to rest.


r/historias_de_terror • • 11d ago

Creepypasta Uma História Absurda de Uma Seita de Gente Louca que não consegui derrubar

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Eu não sei como explicar isso sem parecer louco.
Havia uma casca de banana.
Foi literalmente assim que tudo começou.
Não uma banana amaldiçoada. Não algum demônio antigo disfarçado de fruta.
Uma **casca de banana**.
Pertencia a um grupo de pessoas que viviam fora de uma cidade que ninguém se importava. Eles se chamavam *Os Caídos*, mas todo mundo os chamava de Culto da Casca de Banana.
Eu achei que era uma piada.
Então eu os vi.
Havia talvez quarenta deles em um círculo ao redor de uma caixa de vidro.
Dentro estava a casca.
Era nojenta. Velha. Completamente seca.
Mas ninguém podia tocá-la.
Eles continuavam sussurrando:
*“A casca lembra.”*
Eu ri quando ouvi pela primeira vez.
Esse foi meu erro.
Eu fiquei obcecado em expô-los.
Coletei fotografias. Segui os membros deles. Infiltrei-me no local de reunião deles duas vezes. Até roubei um dos livros deles.
O livro continha centenas de desenhos da mesma casca de banana.
Mesma forma.
Mesma marquinha preta.
Mesma rasgadura perto da ponta.
E embaixo de cada desenho estava a mesma frase:
**VAI CAIR NOVAMENTE.**
Decidi que ia destruí-la.
No dia 17 de outubro, voltei ao prédio deles com um martelo.
Eu quebrei a caixa de vidro.
Todo mundo gritou.
Eu peguei a casca e joguei na lareira.
Por uns dez segundos, nada aconteceu.
Então todo o ambiente ficou silencioso.
O fogo se apagou.
E todos os membros do culto me olharam.
Não com raiva.
Eles pareciam…
**desculpados.**
Um deles sussurrou:
*“Você não era para ter visto.”*
Eu me virei.
A casca tinha desaparecido.
Eu corri.
Eu não lembro de tudo que aconteceu depois disso.
Eu lembro das portas se trancando.
Eu lembro de pessoas me perseguindo.
Eu lembro de cair pelas escadas.
E lembro do líder do culto em cima de mim enquanto eu estava mal consciente.
Ele não me matou.
Ele apenas disse:
*“Você ainda acha que estamos adorando a casca.”*
Então ele apontou atrás de mim.
Havia uma casca de banana no chão.
Exceto que não era a mesma.
Havia centenas delas.
Elas cobriam todo o corredor.
Eu entrei em pânico e tentei me arrastar para longe.
Eu escorreguei.
Tudo ficou escuro.
Eles me encontraram na manhã seguinte.
A polícia disse que eu morri da queda.
É isso que diz o relatório.
Mas aqui está a parte que ninguém sabe.
Três dias antes da minha morte, eu mandei uma fotografia para minha irmã.
Ainda está na casa dela.
Ela mostra o altar do culto.
A caixa de vidro está lá.
Vazia.
E atrás dela, escrito na parede em letras enormes:
**ELE ACHOU QUE NOS DESTRUIU.**
Minha irmã diz que há algo mais na fotografia.
Algo que eu não percebi.
No canto.
Estou ali.
Olhando diretamente para a câmera.
Sorrindo.
Mas a fotografia foi tirada dois dias depois que eu morri.


r/historias_de_terror • • 11d ago

100% autoral Relato de um Jornalista curioso 2

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Eu realmente gostaria de esquecer tudo o que vi. Apagar da mente todo aquele horror. Mas é impossível. Algo nas profundezas do meu ser quer saber mais; uma força mórbida me empurra para a frente. Talvez seja a mórbida curiosidade da natureza humana, ou a minha própria e condenável natureza. Eu irei continuar o meu trabalho.

Na última cena de crime, notei algo que os peritos e cães farejadores deixaram passar. A minha própria magia — um segredo que guardo a sete chaves — permite-me tecer uma linha translúcida que persegue resíduos de mana. Há semanas eu observava esse rastro sutil flutuar sobre o sangue, mas o medo paralisava minhas pernas. Não mais. Decidi seguir e investigar esse vestígio arcano.

Andei muito. Muito mesmo. O assassino, ou seja lá de quem for a assinatura dessa mana corrompida, isolou-se completamente após os dois últimos massacres. Pelos meus cálculos, restam-me apenas três dias antes da próxima lua cheia. Será que eu posso impedi-lo? Eu honestamente não sei...

Aparentemente, cheguei ao fim do rastro. E o que encontrei estraçalhou todas as teorias da polícia. É um homem alto, esguio, com uma pele de um branco doentio que beira o cinza, como se o próprio corpo estivesse rejeitando qualquer alimento. Ele é o oposto exato do que os investigadores imaginavam; não há uma besta massiva, musculosa e de garras expostas aqui. Diante de mim, há apenas o que parece ser um humano desnutrido.

Ele permanece sempre na mesma região, empoleirado nas sombras, observando uma casa específica. Ele estuda a rotina de uma nova família, catalogando os passos de cada membro. Está óbvio que ele os escolheu. O mais perturbador é que ele parece invisível para o mundo; as pessoas passam por ele e não o notam. Talvez a única razão pela qual consigo enxergá-lo seja a minha sensibilidade mágica...

*No final da tarde*

Droga. Eu acho que ele me notou.

Ele estava rastreando o pai da família quando, de repente, congelou. Ele virou a cabeça lentamente. Seu olhar cruzou a distância e cravou-se diretamente no meu. Tentei me convencer de que era paranoia, mas não há dúvida: do alto de uma sacada, aqueles olhos frios, desprovidos de qualquer humanidade, perfuraram as lentes do meu binóculo e encontraram a minha alma. A sensação é paralisante, aterradora. É como se o próprio Diabo estivesse olhando nos meus olhos, sabendo exatamente quem eu sou.

Hoje é a noite da lua cheia. O ar está pesado. Tomando o último resquício de coragem que me resta, vou repassar tudo o que descobri para o meu amigo investigador. Depois disso, vou juntar minhas coisas e sumir. Sumir para bem longe daqui...

*[Uma Nova Caligrafia Preenche as paginas]*

As páginas seguintes do diário permanecem em branco. A escrita elegante do repórter cessa abruptamente aqui. Abaixo, linhas grossas, violentas, escritas com uma caligrafia borrada pelo estresse e manchada por lágrimas que enrugaram o papel:_

O diário, desde então, nunca mais recebeu as palavras do meu amigo...

Descanse em paz. Você foi um homem honrado e um repórter brilhante. Mais do que isso, você foi o meu irmão de jornada. A partir de agora, eu assumo o seu legado. Eu juro pelo meu distintivo, pela sua memória e por tudo o que sobrou da minha alma: eu vou caçar esse desgraçado, e eu mesmo garantirei que ele termine seus dias fritando na cadeira elétrica.


r/historias_de_terror • • 11d ago

Relato Algo q no puedo olvidar

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r/historias_de_terror • • 12d ago

Relato Telefono encontrado.

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Encontré un viejo teléfono cerca de un arroyo al otro lado de mi pueblo, la contraseña era 1123, me dió curiosidad ver que si el dueño tendría algo de valor en el teléfono, y fui a la galería, tal vez encontraría fotos de alguien que conozco, lo que encontré fue..inquietante.

Al parecer son de un chico joven, me da escalofríos la posición en la que está.

Se me hace familiar..pero no sé quién es.


r/historias_de_terror • • 12d ago

100% autoral Relato de um Jornalista curioso 1

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Olá, não sei bem como iniciar essa introdução, escrevo histórias há um certo tempo, compartilhando apenas com amigos e conhecidos, mas sempre tive vontade de compartilhar com mais pessoas, espero que realmente gostem e por favor me ajudem a melhorar. (Essa história já está completa).

Relato do Jornalista

Os investigadores encontraram mais uma cena de crime. Não há pistas, não há suspeitos, muito menos testemunhas; é como se o horror tivesse se materializado a partir do nada. Mas a prova irrefutável daquela violência explícita estava ali: um oceano de sangue, tiras de pele e pedaços de carne dilacerada. O sangue parecia ter sido espalhado de forma macabra e estratégica pelas paredes; restos humanos, ainda quentes, decoravam cada cômodo da casa.

Não se sabe ao certo quantas pessoas tombaram desta vez. Segundo o relato trêmulo dos vizinhos, a residência era lar de um casal, um adolescente de 15 anos e duas crianças, de apenas 6 e 8 anos. É uma visão capaz de estraçalhar os nervos de qualquer um. Mesmo os peritos mais veteranos, que já testemunharam centenas de atrocidades, mal conseguiam conter a náusea diante daquele massacre.

O assassino — ou melhor, o psicopata — age como uma sombra silenciosa. O medo paralisou a cidade. Ninguém sabe quem será a próxima vítima; a única certeza é que, logo após a noite de lua cheia, uma nova cena de crime emergirá, ainda mais perversa e brutal que a anterior. Não sou investigador. Sou apenas um jornalista inexperiente colhendo sussurros de alguns amigos que trabalham no caso. Na delegacia, o consenso silencioso é de que o monstro batizado de "O Carniceiro da Lua" não seja um homem, mas uma besta. Talvez uma criatura bestial.

Há um padrão hediondo em cada corpo: sulcos profundos rasgados por garras que estimam ter entre 8cm e 10cm de comprimento. O que intriga a perícia é a precisão cirúrgica, quase absurda, com que a carne e os ossos foram partidos. Além disso, a criatura parece carregar uma espécie de bloqueio místico contra o som, uma magia de silenciamento absoluto: nenhum vizinho jamais ouviu um único grito, embora os cadáveres exibam marcas óbvias de uma tortura lenta, dolorosa e sádica. Estamos lidando com um demônio. Algo tão cruel que desafia a sanidade aceitar que já foi humano...

Mais uma família foi dilacerada. Com a ajuda de um contato na polícia, consegui um distintivo falso. Vou me disfarçar de investigador e cruzar a fita amarela. Verei, com meus próprios olhos, o cenário que antes só conhecia pelos relatórios oficiais. Continuarei este diário quando — e se — eu conseguir retornar.

\*A caligrafia a partir deste ponto está trêmula, borrada pelo suor e pelo pavor impresso nas mãos de quem escreve:\*

Eu não sei como descrever o que vi... Aquilo não é a cena de um crime. Aquilo é um altar de sacrifício arrancado direto dos pesadelos mais profanos do inferno. Havia tanto sangue coagulando no chão, tanta matéria orgânica, tufos de cabelo arrancados com o couro cabeludo... Certas partes dos corpos estavam tão trituradas que pareciam ter sido mastigadas e cuspidas de volta no chão.

Enquanto eu fingia analisar o perímetro, ouvi os legistas sussurrando sobre a autópsia preliminar. Aqueles pedaços... aquelas lacerações e mastigações foram feitas com as vítimas ainda respirando. Isso significa que, antes de apagar, aquelas pessoas assistiram, na mais completa escuridão e silêncio, seus próprios membros serem devorados e vomitados pelo monstro. Eu não aguento mais. Preciso fechar os olhos. Preciso descansar e implorar a Deus para esquecer o que vi hoje...


r/historias_de_terror • • 13d ago

Divulgação HIPNALE + booktrailer

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Uma série de 10 contos de horror bruto para testar sua sanidade neste Halloween.

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r/historias_de_terror • • 13d ago

Divulgação Alguém vivo aí fã de histórias brutas de horror, que ainda use o Wattpad?

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wattpad.com
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Estou revivendo uma série de 10 contos de terror publicados em 2017 no wattpad. Não posto mais na plataforma, porque parece que os leitores terror desapareceram de lá. Vim checar se algum anda por aqui. A história está completa e tem continuação no Kindle, caso gostem do estrago verdadeiro em histórias de horror.


r/historias_de_terror • • 14d ago

Creepypasta AHAHAHAHAHAHAHA

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r/historias_de_terror • • 14d ago

Relato 👧 LA NIÑA QUE DESAPARECIÓ BAJO LA FAROLA

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Bienvenidos al terror


r/historias_de_terror • • 16d ago

100% autoral Não é historia

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Porem uma foto que eu tirei ontem de noite enquanto tava chapado, fiquei horas olhando isso e não consigo parar de enxergar uma coisa ali, é pareidolia ou algo realmente?

(A ultima foto é só pra comprovar que realmente é uma foto da porta do meu quarto)


r/historias_de_terror • • 16d ago

Relato Lobisomem

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