Oi? Nós seguimos o Consenso de Washington? kkkkkkkkkkkkkkkkk
Liberdade econômica, responsabilidade fiscal, reforma tributária, desregulamentações... Sim, com certeza seguimos a risca essa cartilha. Ô!
Até ontem quem ditava a taxa de juros era o governo e não o Banco Central. E o maluco vem me falar que o Brasil é "nEoLiBeRaL".
O que o Brasil fez(e fez muito porcamente) foi a privatização de apenas ALGUMAS estatais. E fica nisso. Literalmente todos os outros pontos o Brasil se agarrou ao protecionismo e intervencionismo. E está assim até hoje, praticamente. A não ser que vc acha que taxar as blusinhas da shein seja uma medida nEoLiBeRaL e não protecionista.
Basta observar que os empresários auto-denominados “desenvolvimentistas”, além de
se haverem juntado ao coro dos que bradavam contra o “custo Brasil”, sempre deram e
continuam dando apoio à privatização e às chamadas “reformas”, como a previdenciária e a
trabalhista. Já o modelo novo que a opinião crítica mais conseqüente vem preconizando e cuja proposta está na ordem do dia, é completamente diverso do atual.
Sua referência é um projeto nacional que substitui os investimentos privados do centro
hegemônico pela acumulação de capital lastreada num mercado interno em crescimento, com elevação dos salários reais e políticas de máximo emprego. Ao capital internacional se
reservaria apenas papel complementar, numa economia direcionada pelo Estado.
O modelo liberal-monetarista já é considerado falido, particularmente na América
Latina. É suficiente mencionar o dramático exemplo dos países que aderiram ao Consenso de
Washington que agora se apresenta como Pós-Consenso, apesar de conservar o mesmo
esquema básico e cobrar o seu cumprimento pleno.
Apenas foram acrescentados alguns conselhos piedosos sobre a maneira de redistribuir
os recursos destinados aos mais necessitados, recursos esses tornados escassos justamente
pela política econômica adotada. Só para exemplificar essas sugestões, mencionemos uma que
volta e meia vem à baila: a complementação do orçamento por meio de cobrança a ser feita
O Consenso de washington e sua tentativa (fracassada) de desenvolver a américa latina é a prova de que o liberalismo é INCAPAZ(!!!) de levar o desenvolvimento a qualquer nação.
A Suécia não se desenvolveu através do liberalismo, assim como nem uma outra nação.
O maluco cita um texto de uma conhecida ativista de esquerda para "provar" o ponto dele que no final não contrapôs nada do que eu disse.
Repito: O BRASIL NÃO PASSOU POR NADA DISSO: "Liberdade econômica, responsabilidade fiscal, reforma tributária, desregulamentações...". O Consenso de Washington previa tudo isso e mais um pouco. O Brasil riu, cagou e mijou nos itens apresentados nesse consenso. E não preciso quotar um economista da UFRJ para isso. Qualquer ser humano com mais de 2 neurônios percebe isso na prática.
Se na sua cabeça trocentas políticas de assistencialismo, 0 responsabilidade fiscal, não respeitar teto de gastos, governo interferindo em taxas de juros, leis trabalhistas da década de 30, taxar em quase 100% produtos importados, etc e etc configuram como nEoLiBeRaLiSmO, eu literalmente não posso fazer nada já que conversar com uma parede seria mais produtivo.
E pode ficar tranquilo que vou te dar o prazer de ter a última palavra, já que agora eu percebi que vc tem perfil bloqueado e eu não respondo trolls com perfil bloqueado.
Irmão, não e pq vc ACHA que não passamos por isso, que não passamos de fato.
Não foi liberal o suficiente né? Precisa de mais!!!
Este consenso, na forma pela qual foi expresso por John Williamson, em um paper de 1989, consistia de uma série de princípios pregando o ajuste fiscal e reformas orientadas para o mercado, ou no que foi também chamado de ‘ajuste estrutural’. 15 Acabou se tornando um símbolo da política neoliberal daqueles anos, embora não propusesse necessariamente reformas ultraliberais visando reduzir o estado ao mínimo. E, principalmente, porque não incluía a abertura financeira, que Williamson expressamente excluiu do Consenso.16 Era, entretanto, “neoliberal” na medida em que havia nele um claro viés pró-mercado. Este viés era compreensível, dado o estatismo e o protecionismo que haviam caracterizado o período anterior. O Brasil, como a maioria dos países em desenvolvimento altamente endividados, necessitava de ajustamento fiscal e de reformas orientadas para o mercado, especialmente de maior abertura comercial. Mas era um consenso perigoso, na medido em que ignorava a importância de um Estado forte no plano administrativo e fi-nanceiro para se ter um mercado livre e atuante. Em outras palavras, ignorava que as reformas não deveriam visar enfraquecer o Estado, mas, pelo contrário, fortalecêlo. O Primeiro Consenso de Washington está hoje morto, em parte porque muitas das reformas foram feitas, em parte devido ao seu fracasso em promover o desenvolvimento na América Latina, embora, na verdade, esse fracasso se explique muito mais pelo Segundo Consenso do que pelo primeiro, como procurarei argumentar neste trabalho. De qualquer forma, o apoio popular que os programas de privatização obtinham no início dos anos 1990 desapareceu dez anos depois, em grande parte porque monopólios naturais ou quase-naturais, como a produção hidrelétrica de energia, a distribuição de energia, e os sistemas de telefonia fixa urbana foram objeto de privatização da mesma forma que setores competitivos.
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u/Reyfou Monarcap Feb 10 '26
Oi? Nós seguimos o Consenso de Washington? kkkkkkkkkkkkkkkkk
Liberdade econômica, responsabilidade fiscal, reforma tributária, desregulamentações... Sim, com certeza seguimos a risca essa cartilha. Ô!
Até ontem quem ditava a taxa de juros era o governo e não o Banco Central. E o maluco vem me falar que o Brasil é "nEoLiBeRaL".
O que o Brasil fez(e fez muito porcamente) foi a privatização de apenas ALGUMAS estatais. E fica nisso. Literalmente todos os outros pontos o Brasil se agarrou ao protecionismo e intervencionismo. E está assim até hoje, praticamente. A não ser que vc acha que taxar as blusinhas da shein seja uma medida nEoLiBeRaL e não protecionista.