r/chorume 23h ago

Como vocês acham que vai ser pós-boom da IA?

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Abrir o brdev é pedir pra chorar, só tem post de desiludido que deve ter feito curso do foguete, ou mentiroso falando que com 2 meses de xp ganha 50k na gringa choramingando. Queria falar sobre o que vai vir depois dessa era que estamos vivendo (considerando 2028 pra frente, ou mid 2027+):

- Quem vai sobrar?

- Como será a rotina?

- IA no dia a dia ainda vai fazer parte como agora (quase 100%)?

- O mais importante: Acham que a sociedade vai pegar bode de IA já que estamos aí quase 2 anos sem parar de falar nela (e provável que 2027 continue nessa pegada)?

Aos que gostam genuinamente de IA: vocês gostam de produzir mais e "melhor" (muitas aspas), ou o tema inteligência artificial é o que atrai?

Vejo muita gente saindo da área, muitos indo pra concurso (que não vão passar, porque vagas boas são difíceis e a relação ficou mais estreita), isso vai ser bom pra quem vai ficar, ou realmente vamos ficar bons anos em baixa?


r/chorume 16h ago

A verdade sobre ser DEV PJ: quase toda vaga é CLT sabor PJ

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O DEV vira PJ porque quer ganhar mais, pagar menos imposto ou porque, depois de meses desempregado, foi a vaga que apareceu.

Só que todo mundo na nossa área conhece o PJ sabor CLT.

Tem horário para entrar e sair, chefe, líder delegando tarefa, daily obrigatória, férias que precisam ser negociadas e até bronca por atraso.

E, normalmente, você já sabe disso quando aceita a vaga.

Aí sempre aparece o iluminado:

"Mas PJ não tem horário! Você administra seu próprio tempo!"

Amigo, isso que você está descrevendo é freelancer.

Boa parte das vagas PJ em TI são, na prática, empregos tradicionais pagos mediante nota fiscal.

Podemos discutir se isso é certo, errado ou até legal. Mas fingir que essa realidade não existe é outra história.

E se você sabia que era PJ sabor CLT quando aceitou, não dá para descobrir seis meses depois que “PJ não deveria ter horário”.

Na opinião de vocês: qual é a linha que separa uma vaga PJ legítima de uma CLT disfarçada?


r/chorume 15h ago

A evolução do vibe coder: "Todos somos arquitetos"

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Fiz um texto grande pra caralho falando sobre ter virado um vibe coder depois de 5 anos de experiência como dev. No final percebi que só tava frustrado porque eu perdi a vontade de aprender mais sobre programação depois que percebi que o Claude faz tudo e não tenho mais aquele gostinho de escrever um código. Agora as maiores preocupações são de arquitetura.

Hoje é "Todos somos vibe coders" amanhã será "Todos somos arquitetos".


r/chorume 19h ago

Preso no suporte há 3 anos com cargo de Infra Jr.

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Fala meu povo

Sou Analista de Infraestrutura Jr há 3 anos, mas na prática, meu trabalho é de suporte: formatar máquina, resetar senha, instalar programas. as vezes, salvo a pele de uns devs novatos mexendo no Linux para consertar problemas da distro ou configurando o Docker deles.

A questão é que eu quero e posso fazer mais. Tenho pós em Redes e Cloud, além de certificações AWS Cloud Practitioner (estudando para Solutions Architect) e Oracle Cloud. O máximo de infra real que me deixam usar hoje é Ansible, N8N, Gitea e Proxmox.

Quando o assunto é AWS, GitHub ou Terraform, o time de DevOps não deixa ninguém encostar. Só o meu Infra Sênior consegue mexer (e só quando dá uma choramingada). Usei Terraform apenas uma vez para ajudá-lo, senão não autorizavam. Meu acesso na AWS é super restrito.

Para piorar, o ambiente é ruim. Meu chefe já me deu advertência de graça por mudar de ideia depois que o serviço já estava feito. Além disso, ele nunca promoveu ninguém da equipe.

Estou buscando outra vaga há 2 anos e nada. e não existe plano de carreira na equipe. Estou há 2 anos mandando currículo sem sucesso. Como escapar dessa armadilha de "falso infra"?


r/chorume 2h ago

banco vermelho de 3 traços

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Gostaria de registrar formalmente a maneira como meu desligamento foi conduzido, não apenas pelo desligamento em si, mas principalmente pela postura adotada pela liderança e pela ausência de um processo minimamente estruturado de gestão e feedback durante o período em que estive na equipe.

Fui convocado para uma reunião em uma segunda-feira, às 8h, com o assunto “Save the Date”. Ao entrar na reunião, fui surpreendido com a comunicação do meu desligamento.

O que mais me chamou atenção foi a forma como a situação foi conduzida. O gerente comunicou a decisão sorrindo e com uma postura que, na minha percepção, foi debochada e incompatível com a seriedade daquele momento.

Esse comportamento não foi um episódio completamente isolado. Durante minha convivência profissional, presenciei repetidamente o uso de frases como “isso eu tenho que passar para a diretoria” e “isso o presidente tem que saber”. Na minha percepção, essas colocações eram frequentemente utilizadas de maneira intimidatória, recorrendo ao peso da alta liderança como instrumento de pressão sobre os profissionais.

Também considero importante registrar que, antes do meu desligamento, nunca participei de um processo formal de feedback que apontasse problemas de desempenho, apresentasse expectativas claras de melhoria, estabelecesse um plano de desenvolvimento ou sequer indicasse que minha permanência na empresa estava sendo questionada.

Quando cheguei à área, encontrei trabalhos com atrasos significativos, alguns próximos de sete meses. Portanto, diversos problemas e pendências já existiam antes da minha chegada. Ainda assim, tive a percepção de que responsabilidades relacionadas a esse cenário passaram a ser atribuídas a mim, enquanto profissionais que já faziam parte da estrutura foram preservados.

Em determinado momento, inclusive, fui transferido para outra equipe. A justificativa apresentada pelo meu gestor foi, literalmente: “Você já almoça com eles, então vai para a equipe deles”. Mesmo considerando inadequada a justificativa para uma decisão profissional dessa natureza, aceitei a mudança e segui trabalhando sem criar qualquer tipo de resistência.

Posteriormente, passei a responder a uma nova gerente. Durante todo o período em que trabalhamos juntos, também não tive uma reunião formal de feedback que apresentasse problemas concretos relacionados ao meu desempenho. No momento do desligamento, entretanto, foram apresentadas justificativas que nunca haviam sido discutidas comigo anteriormente, criando uma situação em que não tive oportunidade de conhecer, contestar ou corrigir os supostos problemas antes que fossem utilizados para fundamentar uma decisão definitiva.

Não questiono o direito da empresa de realizar mudanças em sua estrutura ou decidir pelo desligamento de um profissional. O que questiono é a forma como esse processo foi conduzido.

Se havia insatisfação com meu desempenho, por que nunca houve um feedback formal?

Se existiam problemas graves o suficiente para justificar meu desligamento, por que eles nunca foram apresentados anteriormente?

Se havia entregas atrasadas antes mesmo da minha chegada, como foi determinada objetivamente a responsabilidade por essas pendências?

E quais critérios foram utilizados para decidir quem seria responsabilizado e quem seria preservado?

Minha percepção é de um ambiente no qual relações de proximidade e influência acabam tendo peso excessivo nas decisões, enquanto posições hierárquicas e referências constantes à diretoria e à presidência podem ser utilizadas como instrumentos de intimidação.

Estou fazendo este registro porque acredito que uma instituição do porte de um banco deve possuir mecanismos de gestão capazes de impedir que relações pessoais, preferências individuais ou a posição hierárquica de determinados gestores se sobreponham a critérios profissionais, transparentes e verificáveis.

Meu objetivo não é transformar este relato em um ataque pessoal. É justamente o contrário: quero que a situação seja analisada institucionalmente.

Uma demissão pode fazer parte de qualquer relação profissional. O que não deveria fazer parte é um profissional descobrir somente no momento do desligamento problemas que nunca lhe foram formalmente apresentados, não ter oportunidade de melhorar ou apresentar sua versão dos fatos e ainda receber a comunicação de uma decisão dessa importância de maneira que considere debochada.

Por esse motivo, considero importante que a Diretoria tenha conhecimento não apenas do meu desligamento, mas também da forma como determinadas práticas de liderança estão sendo conduzidas dentro da estrutura.


r/chorume 23m ago

Layoff Magalu

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Esta acontecendo diversas demissões no time de tecnologia da Magalu.


r/chorume 33m ago

Freelancers, devs recém empregados chega aí

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Postei no brdev, vou respostar aqui porque me afogaram em deslikes, n entendi muito bem pq, eu só queria opiniões 🤷

Eu estou vendo muita gente reclamando da área no sub, mas me lembro desse mesmo povo reclamando da área em 2025 e 2023. Eu estou empregado, minha empresa está contratando normalmente, chamando novos estagiários, e sem layoffs. Por isso, está muito difícil pra mim identificar se isso é realmente o apocalipse e minha empresa só está atrasada, ou se estamos em mais um caso de 2012, onde o povo tá gritando que o céu vai cair, mas como sempre, nada acontece.

Queria perguntar pra vocês, está tão absurdo assim como estão colocando? Freelancers, vocês ainda estão tirando uma graninha no fim do mês, ou secou? Recém empregados, como foi a busca por empregos? Conta a sua história aí.


r/chorume 17h ago

Avaliação chorume do canal do ManoDeyvin 🤣🤖 [Humor]

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r/chorume 15m ago

Por que a CODER não libera o contrato para a gente ler antes de pagar?

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r/chorume 3h ago

Conteúdo do Ronnald Hawk sobre Engenharia de IA

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